É aqui chegados que muitos empresários reconhecem o mérito do processo, mas hesitam em investir no planeamento e preferem “meter mãos à obra”.
Sucede que vivemos numa economia global em lento crescimento e em que os mercados mais apetecíveis são mercados maduros. Assim sendo, o sucesso depende em partes iguais da capacidade de iniciativa e do nível de preparação.
Os espaços nas lojas serão disputados à concorrência. Isto implica ter mais que um produto melhor. Implica demonstrar ao comprador os benefícios mensuráveis em optar pela nossa proposta em detrimento de um fornecedor actual. De outra forma, ninguém muda por mudar, ou por um valor relativamente baixo (no pior dos cenários pressiona o fornecedor actual a aproximar preços).
É por isso muito importante que as empresas independentemente da sua dimensão tenham um profissional (a tempo inteiro ou parcial) dedicado a dinamizar o marketing da marca / empresa.
Alguém que assegure que os esforços de inovação e as vantagens competitivas da empresa são traduzidas em benefícios perceptíveis para clientes, prescritores e consumidores. Alguém que potencie a partir da retaguarda os esforços da equipa comercial, contribuindo para que o custo de contacto seja o mínimo necessário para assegurar a venda.
É por isso que o marketing do presente e do futuro é para fazedores.
Para gente que pensa a marca/empresa para os clientes (retalho/distribuição), prescritores e consumidores. Profissionais que traduzem vantagens em benefícios, ajudam a eleger o caminho mais curto (e rentável) para chegar aos consumidores certos. Não é para grandes empresas, mas para todas as empresas que têm a expectativa de ter um futuro.
Votos de uma excelente semana,